Olá amiguinhos, aposto que já tinham saudades das minhas fantásticas SMR. Pois é, estive de férias mas agora já voltei e o que é que vos trouxe de prenda? Duas críticas fresquinhas, de filmes ainda vistos antes de ter ido embora. Desta vez são mais curtinhas por isso mesmo, já passou bastante tempo. Vamos a isso? Vamos!
Invictus:

Gosto do Clint Eastwood. Gosto do Morgan Freeman. Não gosto do Matt Damon. Gostei do filme que juntou os três? Não, nem por isso. Porquê? Porque me pareceu uma salganhada que não consegue aprofundar muito o que - aparentemente - queria aprofundar: a história do Nelson Mandela.
Ao que sei, a ideia era fazer uma versão cinematográfica da autobiografia daquele que é um dos ícones do mundo actual, mas como seria demasiado grande/impossível de filmar optou-se por pegar só neste pedaço, suposto exemplo das suas qualidades enquanto promotor do respeito e sã convivência na África do Sul. Mas, como diria o meu amigo Bruno Aleixo, saiu cócó. A história que era para ser do Mandela é-o muito pouco...de início até sim mas a dada altura pega na selecção de rugby e torna-se um banal filme de desporto em que os underdogs conseguem tudo a que se propõem, acabando por se tornar em heróis.
Isso até podia ser interessante (duvido, por ser algo tão repetido, mas ok), só que a maneira como o jogo é filmado é muito fraquinha...não é preciso ser um grande fã de rugby (eu sou mais ou menos, já acompanho há bastante tempo) para ver que o Clint não vibra lá muito com aquilo, tão pouco intensa é a forma como o filma.
Segue portanto um pedido em inglês, para ele perceber, coitadito: Clint, next time please keep filming smaller/more personal stories, this one was a missed shot.
Isso até podia ser interessante (duvido, por ser algo tão repetido, mas ok), só que a maneira como o jogo é filmado é muito fraquinha...não é preciso ser um grande fã de rugby (eu sou mais ou menos, já acompanho há bastante tempo) para ver que o Clint não vibra lá muito com aquilo, tão pouco intensa é a forma como o filma.
Segue portanto um pedido em inglês, para ele perceber, coitadito: Clint, next time please keep filming smaller/more personal stories, this one was a missed shot.
The Men Who Stare At Goats:

O que dizer de um filme que se pode resumir da seguinte forma: "pelos vistos existiu um programa militar de guerra psicológica. E por guerra psicológica quero dizer poderes telepáticos e afins."
É isso mesmo! O protagonista deste filme, Ewan McGregor, é jornalista e resolve ir até ao Iraque cobrir a recente invasão norte-americana. Enquanto espera pelas devidas licenças encontra o George Clooney, que não estava lá a vender Nespressos mas sim a contribuir para o esforço de guerra americano com os seus poderes Jedi; poderes como atravessar paredes ou, o meu favorito, uma técnica de três toques que te mata...não se sabe é quando, pode ser uns anos depois, mas mata de certeza!
O conceito do filme é tão disparatado, e o estilo do realizador é tão parecido (roubado?) que a dada altura me pareceu que estava a ver um filme da família do Burn After Reading, dos Coen. Mas, infelizmente, este é pior...o filme é disparatado, divertido, mas a dada altura torna-se um bocado lento demais (quando começa a desenvolver demasiadas teorias sobre o assunto) e isso torna-o um bocado mais aborrecido. Mas não é nada que mate o filme, se estiverem numa de ver um grupo de gajos (não há uma única mulher que tenha uma fala on-screen!) a dizer a fazer disparates vejam-no. Se estão numa de ver uma reflexão profunda sobre a guerra do Iraque (ou sobre a guerra em geral) acho melhor verem outra coisa.
É isso mesmo! O protagonista deste filme, Ewan McGregor, é jornalista e resolve ir até ao Iraque cobrir a recente invasão norte-americana. Enquanto espera pelas devidas licenças encontra o George Clooney, que não estava lá a vender Nespressos mas sim a contribuir para o esforço de guerra americano com os seus poderes Jedi; poderes como atravessar paredes ou, o meu favorito, uma técnica de três toques que te mata...não se sabe é quando, pode ser uns anos depois, mas mata de certeza!
O conceito do filme é tão disparatado, e o estilo do realizador é tão parecido (roubado?) que a dada altura me pareceu que estava a ver um filme da família do Burn After Reading, dos Coen. Mas, infelizmente, este é pior...o filme é disparatado, divertido, mas a dada altura torna-se um bocado lento demais (quando começa a desenvolver demasiadas teorias sobre o assunto) e isso torna-o um bocado mais aborrecido. Mas não é nada que mate o filme, se estiverem numa de ver um grupo de gajos (não há uma única mulher que tenha uma fala on-screen!) a dizer a fazer disparates vejam-no. Se estão numa de ver uma reflexão profunda sobre a guerra do Iraque (ou sobre a guerra em geral) acho melhor verem outra coisa.


